Dos naturais aos artificiais, veja quais são os limites diários de consumo para cada

Para os diabéticos ou para quem está fugindo das calorias do açúcar, os adoçantes se multiplicaram nas prateleiras nos últimos anos, dos naturais aos artificiais. O objetivo de todos é um só, substituir o açúcar. So que essa variedade fez surgir produtos com várias particularidades.

De acordo com os especialistas, quando o assunto é adoçante, os naturais em geral são mais indicados. Para os diabéticos, normalmente a dica é o stevia, mas só o médico poderá determinar.

O uso dos artificiais, associado por alguns especialistas a doenças como o câncer, vem causando polêmica, mas vale lembrar que ainda não há estudos que comprovem essa tese. É importante, no entanto, atentar para o limite diário de consumo de acordo com o peso corporal recomendado pela Anvisa para cada tipo.

Saiba mais sobre cada um dos tipos e suas diferenças:

ARTIFICIAIS

Aspartame: alguns especialistas acreditam que pode fazer mal à saúde por ser mais tóxico. No entanto, é o que tem gosto mais parecido com o do açúcar, adoçando 200 vezes mais que ele. O limite diário de consumo é de 40 mg/kg.

Sacarina: seu uso já foi associado ao câncer, mas não há nada que prove. Deixa gosto residual metálico, mas não tem calorias. Pode ser usado por diabéticos, mas não por hipertensos. Adoça 200 vezes mais que o açúcar. O limite diário de consumo é de 5 mg/kg.

Ciclamato de sódio: assim como a sacarina, pode ser usado por diabéticos, mas não por hipertensos. Encontrado nos refrigerantes zero. Adoça 40 vezes mais que o açúcar. O limite diário de consumo é de 11 mg/kg.

Sucralose: extraído da cana de açúcar, não deixa gosto residual e pode se consumido por hipertensos, diabéticos e gestantes –quando liberado pelo médico. Adoça até 800 vezes mais que o açúcar. O limite diário de consumo é de 5,5 mg/kg.

NATURAIS

Frutose: extraído das frutas e do mel, é mais doce que o açúcar e eleva o seu nível no sangue, por isso não é indicado para diabéticos. Adoça 170 vezes mais que o açúcar. Não há limite diário recomendado, mas utilizada em exagero pode causar problemas.

Stévia: extraído da planta de mesmo nome, tem sabor residual amargo, mas não tem contraindicações e adoça 300 vezes mais que o açúcar. O limite diário de consumo é de 5,5 mg/kg.

Sorbitol: extraído de frutas e algas marinhas, não é recomendado para diabéticos. Adoça 50 vezes mais que o açúcar. O limite diário de consumo é de 15 mg/kg.

Xarope de agave: à base da planta de mesmo nome, não tem sabor residual. Por seu índice calórico, não é muito indicado para quem quer perder peso nem recomendado para diabéticos. Adoça três vezes mais que o açúcar. Não há limite diário recomendado.

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Conheça os boosters, ampolas que misturadas ao condicionador potencializam seus efeitos

 Eles são a grande novidade em tratamento intensivo para os fios. Os boosters –potencializadores, em tradução livre– são produtos com fórmulas altamente concentradas que potencializam o tratamento e deixam os cabelos bonitos de maneira rápida e fácil, sem contar o ótimo custo-benefício.

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Layout foi lançado recentemente e está disponível apenas para quem tem iOS

De carona na onda das colagens de fotos, cada vez mais populares em sua ferramenta, o Instagram resolveu lançar o próprio aplicativo para ajudar os usuários a fazerem suas montagens.

Ao abrir o rolo da câmera, quando o usuário escolhe as fotos para a colagem, ele sugere a uma maneira, com funcionalidades como redimensionar a imagem, girá-la ou espelhá-la.

Há ainda uma função Photo Booth. Por meio de um cronômetro interno, o app captura várias imagens na medida em que o tempo passa e depois as dispõe em um layout.

Apesar de ser complementar ao Instagram, o Layout permite compartilhar a foto em outras redes sociais, como o Facebook.

Disponível gratuitamente para aparelhos com sistema iOS, o app deve ser lançado para Android nos próximos meses.

Substituições simples ajudam quem quer ficar de bem com a balança sem perder o programa

 

Para quem está de dieta, um convite para jantar ou mesmo aquele happy hour com os amigos pode significar colocar todo o esforço a perder. Mas não precisa ser assim. Quem quer ficar de bem com a balança não precisa abrir mão de encontros à mesa.

O segredo está em saber o que pedir, deixando de lado as frituras, o pão e, se possível, as bebidas alcóolicas. Confira dicas para comer bem no almoço, no happy hour e no jantar quando estiver fora de casa:

ALMOÇO

Bebidas: o ideal é não beber nada para não prejudicar a digestão dos nutrientes.

No prato: deve ter uma fonte de proteína (carne, frango, peixe ou ovos) do tamanho da palma da mão. Fuja dos cortes gordos e das frituras. Se for comer arroz, prefira o integral –em média 4 colheres de sopa– e uma concha pequena de feijão. Na salada, escolha o equivalente a um pires de folhas e duas colheres de sopa de legumes.

HAPPY HOUR

Bebidas:  o ideal é trocar as alcóolicas pelo suco natural. Se não, 2 tulipas de cerveja ou 1 taça de vinho uma vez por semana estão dentro do permitido. Uma caipirinha com adoçante é uma opção melhor. Alterne com água.

No prato: deixe de lado frituras e pão. Prefira carnes na chapa ou espetinhos de frango e legumes. Acepipes tipo azeitona, amendoim e castanhas estão liberados – desde que consumidos com moderação!

JANTAR

Pizza: fique nos dois pedaços. A regra é quanto menos recheio –e mais magro ele for– melhor. Deixe de lado o requeijão e a calabresa e prefira sabores como marguerita, abobrinha e berinjela, de preferência com massa integral. Se puder pedir uma salada de entrada, ou mesmo um sabor de pizza que tenha folhas –como rúcula–, isso vai retardar a absorção de carboidrato e a gordura pelo organismo. Para acompanhar, prefira bebidas cítricas ou chá verde.

Italiano: resista aos pães do couvert. Peça uma salada de entrada, temperando com vinagre, azeite e sal, de preferência sem croutons. Se for comer massa, prefira as secas e as integrais, com molho de tomate, lembrando que o prato é sempre mais indicado no almoço e não quando estamos mais próximos da hora de dormir. Cuidado com os molhos à base de queijo ou maionese. Dispense os que levam bacon ou linguiça. Risotos e parmegianas também pedem moderação.

Japonês: evite as frituras e aposte no sashimi, de preferência com atum, que é menos calórico do que o salmão. Não se esqueça de que o sushi, por conter arroz, tem alto índice glicêmico. Os legumes e verduras que normalmente acompanham os pratos são saudáveis, mas não exagere no molho shoyu, que contém muito sódio.

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Delineador e tons coloridos na boca e na sombra dão lugares a cores claras

As temporadas de moda já anunciaram que, no make, o inverno vai chegar em clima “fresh”. A maquiagem natural, em muitos tons de nude, é tendência para a estação.

A ideia é realçar a beleza natural e os traços do rosto. Esse tipo de produção, no entanto, não permite aqueles truques de profundidade ou afinar o nariz, por exemplo.

Como a ideia é não marcar, o corretivo pode ser deixado de lado, dando lugar às bases ultrafinas. A máscara para cílios é item obrigatório no nécessaire, assim como as sombras cremosas, de tons mais suaves. Para finalizar, blush e gloss.

As peles mais escuras permitem blush e sombras um pouco mais fortes. Nas peles claras, a base tem que ser exatamente do tom da pele.

Dica valiosa: a pele precisa estar hidratada para que a beleza do make venha à tona.

O que levar na nécessaire para um make natural:

Base ultrafina – aplique com pincel dando batidinhas, para não pesar

– camada fina

Máscara para cílios – transparente ou marrom

Sombra cremosa – marrom, rosa, nude ou laranja

Blush – em um tom que dê apenas aquela cor de “saúde”

Gloss  - invista nos tons “cor de boca”

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